TRILHA 3 · 🥇 NÍVEL CONSTRUTOR

🛠️ Skills & Agentes

Pare de repetir tarefas. Aqui você empacota cada capacidade da Fábrica em skills sob demanda e subagentes que trabalham sozinhos. No fim, seu arsenal vira ativo: constrói uma vez, dispara infinitas vezes.

4
Módulos
24
Tópicos
~3h
Duração
Intermediário
Nível
SKILL · diagnostico-ia 1 · ler descrição da empresa 2 · aplicar frameworks (T2) 3 · cuspir mini-diagnóstico orques- trador 🕵️ pesquisador-empresa ✍️ redator-estrategia 📄 gerar-entregavel

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

3.1~45 min

🧱 Skills e subagentes: o que são

As duas peças que transformam o Claude Code numa fábrica: skill (capacidade reutilizável sob demanda) e subagente (trabalho isolado, contexto próprio). Quando usar cada um e por que isso vira ativo.

O que é:

Uma capacidade que o Claude Code carrega quando precisa: um arquivo SKILL.md com instruções e referências. Ensina uma vez, usa sempre que o gatilho disparar.

Por que aprender:

Cada tarefa repetida da Fábrica (diagnosticar, gerar doc) vira skill. Você para de re-explicar e ganha consistência.

Conceitos-chave:

Sob demanda · SKILL.md · reutilização · gatilho por description.

O que é:

Uma instância separada do Claude com janela de contexto própria, prompt de sistema e ferramentas. Recebe uma tarefa, trabalha sozinho e devolve só o resultado.

Por que aprender:

Pesquisar uma empresa enche o contexto. Um subagente isola essa bagunça e te entrega só o essencial — o pai não suja.

Conceitos-chave:

Contexto isolado · system prompt · ferramentas próprias · retorna resumo.

O que é:

Skill = uma habilidade que o agente principal ganha (gerar PPTX). Subagente = um trabalhador separado para uma missão que consome muito contexto (varrer a web).

Por que aprender:

Escolher errado custa contexto e tempo. A regra simples evita sobre-engenharia.

Conceitos-chave:

Habilidade vs delegação · custo de contexto · "no mesmo fio" vs "fio separado".

O que é:

Um arquivo SKILL.md com frontmatter (name + description) no topo e o corpo em Markdown com os passos. A description é o que faz a skill disparar.

Por que aprender:

Escrever a description certa decide se a skill é usada. É a peça mais importante e a mais ignorada.

Conceitos-chave:

Frontmatter · name · description-gatilho · corpo com passos.

O que é:

Skills ficam em .claude/skills/ (do projeto) ou ~/.claude/skills/ (pessoais). Subagentes ficam em .claude/agents/. Cada um numa pasta com seu arquivo.

Por que aprender:

Saber o lugar é o que faz o Claude Code achar o recurso. Pessoal = vale em todo projeto; do projeto = vai junto no repo.

Conceitos-chave:

.claude/skills · .claude/agents · escopo projeto vs pessoal.

O que é:

Cada skill e agente é uma peça que você constrói uma vez e reusa sempre. Juntas, formam a engrenagem da Fábrica — seu arsenal.

Por que aprender:

É a tese "entrada mínima, saída máxima" virando código. O esforço fica na construção, não na entrega.

Conceitos-chave:

Ativo reutilizável · composição · arsenal · custo marginal quase zero.

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3.2~45 min

🎯 Construa sua primeira skill (diagnostico-ia)

Do gatilho ao empacotamento: definir a description que dispara, escrever o corpo determinístico, anexar os cheat sheets da T2, testar, iterar e versionar. No fim, uma skill cuspindo um mini-diagnóstico.

O que é:

A description do frontmatter descreve quando usar a skill. "Use ao diagnosticar a maturidade de IA de uma empresa descrita em texto."

Por que aprender:

Se a description for vaga, a skill nunca dispara. Boa description = bons verbos + gatilhos concretos.

Conceitos-chave:

Gatilho · verbos de ação · "use quando" · especificidade.

O que é:

O corpo em Markdown lista os passos: ler a empresa, pontuar maturidade 1-5, listar 3 quick wins, sugerir roadmap 30/60/90.

Por que aprender:

Passos numerados e específicos dão saída repetível. Vago gera resultado diferente toda vez.

Conceitos-chave:

Passos numerados · determinismo · formato de saída fixo.

O que é:

A skill aponta para arquivos de apoio (os cheat sheets de maturidade e quick wins que você destilou na T2), carregados só quando precisa.

Por que aprender:

Referências dão o rigor de consultoria à skill sem inchar o SKILL.md. RAG preguiçoso aplicado.

Conceitos-chave:

Arquivos de apoio · carregamento sob demanda · contexto enxuto.

O que é:

Rodar a skill com uma empresa de verdade e checar: ela disparou sozinha? A saída tem maturidade, quick wins e roadmap?

Por que aprender:

Teste com caso real revela se a description dispara e se a saída serve. Sem isso é só teoria.

Conceitos-chave:

Caso de teste · disparo · checagem de saída.

O que é:

Ajustar a description e os passos com base no teste, fechar a pasta da skill (SKILL.md + referências) e deixá-la pronta para uso.

Por que aprender:

A primeira versão raramente acerta. Iterar é o trabalho real; empacotar é o que a torna ativo.

Conceitos-chave:

Iteração · pasta da skill · pronto para reuso.

O que é:

Versionar a skill no Git (junto ao projeto) e, se quiser, compartilhar com o time ou na comunidade. Histórico = evolução rastreável.

Por que aprender:

Versionar protege seu ativo e deixa melhorar sem medo. Compartilhar gera autoridade.

Conceitos-chave:

Git · versão · compartilhar · ativo durável.

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3.3~45 min

📄 A skill de documentos (DocX/PPTX/Excel/PDF)

Os entregáveis chiques não saem de Markdown: saem de Python. python-docx, python-pptx, openpyxl (com convenção de cores) e reportlab — embrulhados na skill gerar-entregavel. Markdown entra, .docx e .pptx saem.

O que é:

O cliente abre .docx, .pptx, .xlsx e .pdf — não Markdown cru. Gerar via código deixa tudo formatado, repetível e com a sua marca.

Por que aprender:

É o que faz o pacote parecer consultoria de elite. Sem isso, o entregável morre no editor de texto.

Conceitos-chave:

Entregável final · formatação · repetível · marca.

O que é:

A biblioteca que cria .docx: Document(), add_heading, add_paragraph, add_table e runs com cor/negrito. Gera o relatório e o SOW.

Por que aprender:

Relatório final e SOW são entregáveis Word. Dominar docx é gerar os dois sem trabalho manual.

Conceitos-chave:

Document · headings · tabelas · runs formatados.

O que é:

Presentation(), slides por layout (0 título, 6 branco), textboxes, bullets e RGBColor para cores. Gera o deck executivo.

Por que aprender:

O deck é o que fecha a venda (T5). Cuidado com a pegadinha: é RGBColor, não RgbColor.

Conceitos-chave:

Layouts · textboxes · RGBColor · deck executivo.

O que é:

Cria .xlsx com fórmulas reais (nunca valores fixos) e a convenção de cores: azul = input, preto = fórmula, verde = link, vermelho = externo, amarelo = premissa.

Por que aprender:

A calculadora de ROI vive em Excel. Fórmulas + cores certas deixam o cliente confiar e editar premissas.

Conceitos-chave:

Fórmulas vs valores · indexação 1-based · convenção de cores · ROI.

O que é:

O método Platypus monta um story de elementos (Paragraph, Spacer, Table) e fecha com doc.build(story). Gera PDFs prontos para enviar.

Por que aprender:

PDF é o formato universal de entrega. Platypus dá controle de estilo sem mexer em coordenadas.

Conceitos-chave:

Platypus · story · build no fim · estilos.

O que é:

Embrulhar as quatro bibliotecas numa skill: "dado um Markdown, gere o .docx/.pptx/.xlsx/.pdf correspondente". Uma referência única para todo o pacote.

Por que aprender:

Vira o motor de saída da Fábrica. Markdown entra de qualquer prompt; arquivo profissional sai.

Conceitos-chave:

gerar-entregavel · wrapper · Markdown → arquivo · motor de saída.

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3.4~45 min

🕵️ Construa seu subagente (pesquisador & redator)

Dois trabalhadores isolados: o pesquisador-empresa coleta contexto estruturado, o redator-estrategia rascunha o entregável. Saída em schema confiável, orquestrados com a skill — e quando vale paralelizar.

O que é:

Um arquivo de agente: frontmatter (name/description), prompt de sistema (quem ele é), ferramentas liberadas e o formato de saída que deve devolver.

Por que aprender:

Definir bem essas quatro partes é o que separa um agente útil de um que devolve texto solto.

Conceitos-chave:

System prompt · ferramentas · saída esperada · escopo.

O que é:

Um subagente que recebe nome + descrição da empresa, pesquisa e devolve um CompanyContext: setor, stack, dores, concorrentes e iniciativas de IA.

Por que aprender:

É a Fase 1 da Fábrica virando trabalhador. Isola a pesquisa pesada e devolve só o contexto limpo.

Conceitos-chave:

CompanyContext · pesquisa isolada · saída estruturada.

O que é:

Recebe o CompanyContext + um framework (ex.: quick wins) e escreve o entregável em Markdown, pronto para a skill gerar-entregavel formatar.

Por que aprender:

Separa pesquisa de escrita. Cada agente faz uma coisa bem — fica fácil de testar e melhorar.

Conceitos-chave:

Contexto + framework → rascunho · separação de papéis.

O que é:

Pedir ao agente que devolva JSON num formato fixo (um schema). Como o CompanyInput/ResearchOutput da arquitetura: campos previsíveis.

Por que aprender:

Saída estruturada é o que permite encadear agentes. Texto solto quebra o pipeline; schema, não.

Conceitos-chave:

Schema · JSON previsível · encadeável · contrato.

O que é:

O agente principal chama o pesquisador-empresa, passa o contexto ao redator-estrategia e usa a skill gerar-entregavel para fechar o arquivo.

Por que aprender:

É a Fábrica em miniatura: pesquisa → redação → documento. Orquestrar é o trabalho do construtor.

Conceitos-chave:

Orquestração · encadeamento · pipeline pesquisa→redação→doc.

O que é:

Disparar vários subagentes ao mesmo tempo quando as tarefas são independentes — ex.: pesquisar 3 empresas em paralelo, sem estado compartilhado.

Por que aprender:

Paralelizar tarefas independentes economiza tempo. Mas se uma depende da outra, é sequencial — saber a diferença evita bug.

Conceitos-chave:

Paralelo vs sequencial · independência · sem estado compartilhado.

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